Folha de S.Paulo

Metrô e trens


O Metrô de São Paulo começou a operar comercialmente em setembro de 1974 entre as estações Jabaquara e Vila Mariana, da linha 1-azul, cerca de seis anos após o início das obras do trecho. Nos anos seguintes, foram inauguradas outras estações desse ramal e da linha que depois passou a ser chamada de linha 3-vermelha.

A linha 2-verde começou a operar apenas em 1991, seguida pela linha 5-lilas (2002) e pela linha 4-amarela (2010). O mais recente ramal da cidade é a linha 15-prata, que é o primeiro construído como monotrilho. Ele ainda opera em dias e horários reduzidos ligando as estações Vila Prudente e a Oratório.

Estão em obra atualmente extensões das linhas 4-amarela, 5-lilás, 15-prata e a linha 17-ouro. Também estão em fase de desapropriação ou em projeto as estações 6-laranja, a extensão da linha 2-verde, a linha 18-bronze e a 20-rosa.

A tarifa do metrô é atualmente de R$ 3 e pode ser pagas com os cartões Bilhete Único e BOM. O primeiro permite a integração com os ônibus da cidade de São Paulo, sob responsabilidade da SPTrans, com o desconto de R$ 1,65 a mais; e o segundo aos ônibus da região metropolitana, sob responsabilidade da EMTU, com o desconto de R$ 1,35 a mais.

A rede do Metrô também é está totalmente integrada às linhas de trem da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). São oferecidas transferências gratuitas nas estações Brás, Luz, Palmeiras-Barra Funda, Santo Amaro, Tamanduateí e Pinheiros.

Embora a CPTM tenha sido criada em 1992, a história ferroviária em São Paulo tem início na ainda no século 19, com uma linha ligando a região metropolitana a serra do mar. A empresa foi criada a partir de ferrovias já existentes na Grande São Paulo.

Sob a administração da CPTM, há atualmente 102 estações, divididas em seis linhas, ligando a capital paulista a cidades como Itapevi, Franco da Rocha, Rio Grande da Serra, entre outras. Assim como o metrô, a tarifa atualmente cobrada pelos trens metropolitanos é de R$ 3.