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    Relembre eleições e votações marcantes de 2016

    DE SÃO PAULO

    20/12/2016 07h00

    De Trump ao "brexit', 2016 teve eleições com resultados inesperados. Com isso, o próximo ano deverá ter grandes mudanças na política mundial.

    Relembre algumas das votações marcantes de 2016.

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    Rodrigo Duterte é eleito presidente nas Filipinas

    Com uma campanha antissistema, Rodrigo Duterte foi eleito presidente do país asiático no dia 9 de maio. Desde que ele assumiu o cargo, em julho, mais de seis mil pessoas foram mortas entre policiais e civis.

    Erik De Castro -24.ago.2016/Reuters
    O presidente filipino Rodrigo Duterte durante visita a acampamento militar
    O presidente filipino Rodrigo Duterte durante visita a acampamento militar

    'Gringo', PPK é eleito no Peru

    O economista Pedro Pablo Kuczynski, 77, chamado de PPK, derrotou a favorita Keiko Fujimori e foi eleito presidente do Peru no dia 9 de junho. Com 50,1% dos votos, ele assumiu o cargo em julho. Ele passou mais de três décadas longe do país e fala com sotaque estrangeiro, é considerado um "outsider" (fora do sistema) na política e chega a ser chamado de gringo pelos críticos.

    Jorge Villegas - 29.nov.2016/Xinhua
    Presidente do Peru passa pela guarda de honra para cerimônia de boas vindas ao Palácio de La Moneda, em Santiago
    Presidente do Peru passa pela guarda de honra para cerimônia de boas vindas ao Palácio de La Moneda, em Santiago

    Reino Unido escolhe deixar a União Europeia

    Em ruptura que ficou conhecida como "brexit" –fusão das palavras "saída" e "britânica" em inglês–, o Reino Unido optou por deixar a União Europeia no dia 24 de junho, abalando mercados financeiros e provocando uma onda de choque e incredulidade global. Com o resultado do referendo, David Cameron, que era primeiro-ministro, renunciou e foi substituído por Theresa May.

    Lindsey Parnaby - 23.jun.2016/AFP
    Moradores da cidade de Hull, no Reino Unido, votam no referendo do 'brexit' em academia de boxe
    Moradores da cidade de Hull, no Reino Unido, votam no referendo do 'brexit' em academia de boxe

    Com eleições adiadas por furacão, Haiti tem apuração à luz de velas

    As eleições que terminaram com Jovenel Moïse como escolhido para ser presidente do Haiti foram conturbadas. O furacão Matthew, que matou mais de 800 pessoas no país, fez com que a votação fosse adiada. Ela já havia sido anulada em 2015, devido a fraudes. Devastado pelo desastre natural, o país teve a checagem dos votos à luz de vela em alguns pontos.

    Dieu Nalio Chery - 20.nov.2016/Associated Press
    Oficiais contam votos à luz de vela no Haiti
    Oficiais contam votos à luz de vela no Haiti

    Trump é eleito presidente dos EUA

    No dia 8 de novembro, Donald Trump, multimilionário e sem experiência política, foi eleito presidente dos Estados Unidos após derrotar a democrata Hillary Clinton –e contrariou a maioria das pesquisas. Com um discurso nacionalista, o republicano conquistou direita americana e promete mudanças. As eleições foram também marcadas pelo vazamento de e-mails da equipe democrata, que teriam sido atacados por hackers russos.

    Sara D. Davis - 6.dez.2016/AFP
    Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, fala com eleitores na Carolina do Norte
    Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, fala com eleitores na Carolina do Norte

    Áustria escolhe ecologista e rejeita extrema-direita

    O candidato independente Alexander Van der Bellen, apoiado pelo partido Verdes, venceu as eleições presidenciais da Áustria no dia 4 de dezembro. Ele derrotou Norbert Hofer, que representava o Partido da Liberdade (FPÖ). A vitória surpreende na Europa em meio ao avanço de partidos de extrema-direita, como o de Hofer, além da Frente Nacional na França e a Alternativa para a Alemanha.

    Joe Klamar - 6.dez.2016/AFP
    Presidente eleito da Áustria, Alexander Van der Bellen, momentos antes de fazer seu primeiro discurso após a eleição
    Presidente eleito da Áustria, Alexander Van der Bellen, momentos antes de fazer seu primeiro discurso após a eleição

    Italianos rejeitam mudanças na Constituição

    Eleitores italianos rejeitaram proposta do então premiê Matteo Renzi de reformar a Constituição, no dia 4 de dezembro. Essa seria a maior mudança no texto desde a Segunda Guerra (1939-1945). Com a derrota, Renzi renunciou ao cargo e será substituído por Paolo Gentiloni.

    Andreas Solaro - 4.dez.2016/AFP
    Oficial prepara a contagem das cédulas de referendo por reforma constitucional na Itália
    Oficial prepara a contagem das cédulas de referendo por reforma constitucional na Itália

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