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    Mercado Aberto - Maria Cristina Frias

    Crise econômica influencia poluição em SP

    06/10/2017 11h32 - Atualizado às 22h56

    Luis Moura/WPP/Folhapress
    MAIRIPORÃ, SP, 07.09.2017: ESTRADAS-FERIADO - Congestionamento na rodovia Fernão Dias (BR-381) no km 65, sentido Minas Gerais, na manhã desta quinta (07) (Foto: Luis Moura/WPP/Folhapress)

    A crise econômica pode ter ajudado a melhorar a poluição na Grande São Paulo em 2015 e 2016. Com mais atividade econômica neste ano, o indicador volta a piorar.

    Um dos principais poluentes, o ozônio, que se forma com a reação de gases combustíveis de carros com outros químicos no ar, foi um problema menor nos anos de 2015 e 2016 que em 2014.

    A evolução é a mesma do movimento de veículos em estradas em torno da cidade: queda em 2015 e 2016, aponta a ABCR (associação de concessionárias).

    Em 2017, há mais fluxo -o índice de agosto é 2,52% maior que o do ano passado. O indicador do ar também se deteriorou: até setembro, foram 30 dias de ozônio em excesso, contra 32 em 2016 inteiro.

    "Não há razão tecnológica que justifique a variação do poluente, os carros são iguais, a inspeção veicular não voltou. Usou-se menos máquinas", afirma Gabriel Murgel Branco, sócio da consultoria Environmentality.

    Não se trata de fator preponderante, diz Lúcia Guardani, gerente da Cetesb: "A sensibilidade à economia existe, mas o fator meteorológico é muito importante."

    Leia a coluna completa aqui.

    ozonio

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    Maria Cristina Frias, jornalista, edita a coluna Mercado Aberto, sobre macroeconomia, negócios e vida empresarial.
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