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    'Corinthians não é banco', diz diretor de futebol sobre saída de Jadson

    ALEX SABINO
    DE SÃO PAULO

    26/02/2015 18h48

    O Corinthians não lamenta não ter recebido os R$ 4,1 milhões da venda de Jadson para o futebol chinês. O jogador desistiu da negociação e preferiu permanecer até o final do contrato, em dezembro deste ano.

    "O Corinthians não é banco. Banco visa o lucro. Nosso lucro é ter troféu na prateleira. É ter títulos. Com o Jadson, isso fica mais fácil de ser conquistado", disse o diretor de futebol, Sérgio Janikian.

    O clube dava a saída do meia como certa porque o Jiangsu Sainty pagaria os R$ 16,3 milhões da multa rescisória do jogador.

    "Pega esse dinheiro que o Corinthians vai receber. Faz diferença? Quem a gente contrata com esse dinheiro que tenha a mesma qualidade do Jadson", completou o dirigente.

    O meia confessa ter ficado em cima do muro, apesar de ter dado autorização para seus empresários fecharem negócio. Depois de ouvir amigos, familiares e conversar com Tite, mudou de ideia.

    "No começo, fiquei um pouco pensativo e em cima do muro. Você ouve amigos, família... Somando tudo, estou muito feliz aqui no Brasil, minha família está adaptada em São Paulo. Minha vontade é ficar no Corinthians. Sinto-me bem jogando aqui porque o elenco é bom de trabalhar", analidou o armador.

    Jadson deverá ser relacionado para o jogo do Corinthians deste domingo (1), contra o Mogi Mirim, no Itaquerão.

    Editoria de Arte/Folhapress

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