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    Alice Braga produzirá nova série brasileira original da Netflix

    DE SÃO PAULO

    07/02/2017 10h58

    Robin Utrecht/Netflix
    O co-fundador e CEO da Netflix, Reed Hastings
    O co-fundador e CEO da Netflix, Reed Hastings

    Presidente e co-fundador da Netflix, Reed Hastings anunciou nesta terça (7), em entrevista coletiva em São Paulo, que a segunda produção brasileira do serviço de vídeo será a série "Samantha!", que começa a ser gravada ainda neste ano pela produtora Losbragas, da atriz Alice Braga. A primeira foi "3%".

    A série, segundo a assessoria da Netflix, vai acompanhar uma atriz mirim dos anos 1980 que hoje prepara sua volta aos holofotes. Ao mesmo tempo, seu marido, ex-jogador de futebol, volta para casa depois de passar mais de uma década na prisão. Ainda não há informações sobre direção, roteiro e elenco.

    "A tensão em suas vidas é então tratada com grande comédia", diz Hastings. "Eu acho que este vai ser o tipo de programa que não só todos no Brasil vão gostar, mas que vai espalhar a cultura brasileira ao redor do mundo."

    O empresário abriu o evento dizendo ter se encontrado na noite anterior com o chef do restaurante D.O.M., Alex Atala, e que este o agradeceu por ter se tornado uma personagem mundial, através do programa "Chef's Table".

    "É um grande símbolo", segundo Hastings, do propósito da Netflix de "criar conteúdo no mundo todo e distribuir para o mundo todo". Ele também confirmou a segunda temporada de "3%" e afirmou que o diretor brasileiro Jose Padilha continua trabalhando em uma nova série sobre a Operação Lava Jato.

    O empresário está em São Paulo pela primeira vez desde o lançamento do serviço no Brasil, em setembro de 2011. Em outubro de 2016, em entrevista à Folha, ele comentou o quinto aniversário da Netflix no país.

    "Foi nosso primeiro mercado internacional", disse. "Houve muito que não fizemos direito, em termos do pagamento, de não termos os dados. As legendas eram boas, mas não o necessário. No ano seguinte e no posterior, o número de visualizações aumentou, conforme as pessoas finalmente recebiam conteúdo mais relevante e atraente. Lentamente, o ritmo cresceu."

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