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    Em quarto lugar, Lindbergh Farias inicia ataques diretos a Pezão

    ITALO NOGUEIRA
    DO RIO

    05/09/2014 09h18

    Sem conseguir subir nas pesquisas de intenção de votos para o governo do Rio, o senador Lindbergh Farias (PT) decidiu nesta quinta-feira (4) aumentar o tom das críticas ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB).

    A intenção é colar o peemedebista aos ex-governadores Sérgio Cabral (PMDB) e Anthony Garotinho (PR), este também adversário na disputa pelo cargo.

    Os ataques serão feitos a partir do fim de semana, em inserções na TV, bem como no programa em bloco a partir da semana que vem. O petista vai explorar os quase dois anos em que Pezão foi secretário de Governo na administração Rosinha Matheus, mulher de Garotinho, e sua proximidade do Cabral.

    "Ele [Pezão] esconde o Cabral. Aparece como se fosse alguém novo. Pezão está aí desde o governo Rosinha. Vamos para o debate político. O Rio foi o epicentro das manifestações, querem mudança", disse o petista. Cabral apareceu nos primeiros programas de TV, mas não tem sido usado nas inserções durante a programação, que tem mais visibilidade.

    No vídeo a ser divulgado pela campanha de Lindbergh, um ator vai relatar a participação de Pezão ao lado de Garotinho e Cabral. Ao fim, vai dizer: "Pense bem". A ofensiva faz parte da tentativa do senador de se apresentar como representante a "nova política" no Estado –mote semelhante ao de Marina Silva (PSB) na eleição presidencial.

    Trata-se de uma mudança na estratégia, já que no início da campanha o petista buscou colar em Pezão e seu governo uma imagem elitista. Explorava a contraposição entre os investimentos no "Rio do cartão-postal" –como chama as áreas nobres– e o suposto "abandono" da zona oeste da capital, Baixada Fluminense e interior do Estado.

    Lindbergh está desde o início da campanha variando entre 11% e 12% das intenções de voto, sem conseguir avançar. Pezão, por sua vez, subiu sete pontos percentuais após o início da campanha na TV e tem 23% das intenções de voto, em empate técnico com Garotinho, que tem 28%. O senador Marcelo Crivella (PRB) tem 18%.

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