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    Estado de Minas quer rever dívida e diz promover melhora continua

    DE BRASÍLIA

    12/10/2014 02h00

    O governo mineiro diz promover um processo contínuo de melhora da qualidade dos gastos e defende uma revisão nas regras da dívida com a União para reforçar a capacidade de investimento.

    "Os Estados não estão suportando o custo da dívida", diz o secretário interino da Fazenda, Pedro Meneguetti, engrossando um pleito generalizado entre governadores.

    Levantamento da Folha comparou os principais indicadores fiscais de Minas e das demais unidades da Federação entre 2002, quando o tucano venceu pela primeira vez as eleições mineiras, e 2013. Os dados de arrecadação, despesas com pessoal, investimentos e endividamento mostram que, a partir do segundo mandato, o desempenho é semelhante –e, em alguns casos, inferior– à média nacional.

    Na década de 90, o governo federal socorreu financeiramente os Estados em condições vantajosas na época. Hoje, os juros até 7,5% acima da inflação são superiores às taxas de títulos do Tesouro.

    Além do peso dos encargos financeiros, a secretária de Planejamento, Renata Vilhena, diz que a desaceleração de investimentos é normal diante da evolução das despesas.

    Por esse raciocínio, a ampliação anterior de obras na malha viária, na construção de escolas e hospitais gerou gastos posteriores e permanentes de custeio. Nas suas palavras, um "custeio bom", ligado à prestação de serviços públicos e em expansão.

    Os secretários minimizam o deficit de 2013 -dizem eles, resultado de financiamento para elevar investimentos.

    Editoria de arte/Folhapress
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