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    Crítica: Obra magnífica de Eastwood faz reflexão sobre moralidade

    INÁCIO ARAUJO
    CRÍTICO DA FOLHA

    22/01/2015 02h50

    Com "Os Imperdoáveis" ("Unforgiven", 1992, 12 anos, TCM, 0h), não é apenas o faroeste que chega ao fim. Talvez seja uma maneira de estar no mundo que se fecha neste magnífico filme de Clint Eastwood.

    Talvez, aliás, esse mundo já tivesse acabado: a conquista territorial não era mais um problema americano, e sim a conquista espacial ou invasões alienígenas.

    Divulgação
    Os atores Morgan Freeman e Clint Eastwood em cena do filme 'Os Imperdoáveis', de Clint Eastwood
    Os atores Morgan Freeman e Clint Eastwood em cena do filme 'Os Imperdoáveis', de Clint Eastwood

    "Os Imperdoáveis" começa por ser um filme sobre o faroeste. Quem eram esses homens, os deuses do gatilho? Clint, apenas para ficar nesse aspecto, nos traz uma visão surpreendente sobre eles. Mais: o que acontece quando o real se torna mito?

    A isso Clint acrescentará uma reflexão sobre a moralidade, a partir de personagens que transitam do sórdido ao justo e vice-versa, sem nem se darem conta do que está em questão. Nisso, o filme já aborda bem o contemporâneo.

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