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    Crítica: Virtudes de Tim Burton estão em 'Alice no País das Maravilhas'

    INÁCIO ARAUJO
    CRÍTICO DA FOLHA

    22/03/2015 02h10

    A Alice de Lewis Carroll passa por poucas e boas. Pode ficar grande, horrivelmente enorme, e pode ficar minúscula –conforme o frasco que toque. Pode se ver às voltas com um coelho apressado, relojoeiros malucos e tudo mais.

    Nenhum encontro nesse mar de pesadelos é pior, no entanto, do que aquele com a Rainha de Copas, com seus ímpetos de cortar a cabeça do primeiro que a incomode.

    A dúvida logo se instala: um livro infantil ou um de terror? Na dúvida, ninguém melhor do que Tim Burton para dirigir uma adaptação. É verdade que nos cinemas "Alice no País das Maravilhas" (2010, TNT, 13h55, 10 anos) saiu prejudicado pela improvisada decisão de realizá-lo em 3D.

    Mas as virtudes de Burton se encontram ali. Entre elas a de dirigir tão bem atores como Johnny Depp, Anne Hathaway, Christopher Lee etc. Mas o verdadeiro achado, aqui, é a jovem e formidável Mia Wasikowska, a Alice da história.

    Divulgação
    Mia Wasikowska em cena do filme "Alice no País das Maravilhas", do diretor Tim Burton
    Mia Wasikowska em cena do filme "Alice no País das Maravilhas", do diretor Tim Burton

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