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    novo governo

    Miriam Belchior não recebe Occhi para fazer transição na presidência da Caixa

    MACHADO DA COSTA
    EDUARDO CUCOLO
    DE BRASÍLIA

    13/05/2016 17h01

    Pedro Ladeira/Folhapress
    BRASILIA, DF, BRASIL, 16-04-2015, 15h00: A presidente da Caixa Miriam Belchior. Presidente Dilma Rousseff dá posse ao novo ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, que entra no lugar de Vinicius Lages. O vice presidente Michel Temer e o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) participam da cerimônia, no palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)
    A presidente da Caixa Miriam Belchior

    Apesar de não estar empossado ainda, o futuro presidente da Caixa, Gilberto Occhi, já está debruçado sobre os assuntos do banco estatal. Mas Occhi ainda não foi recebido por Miriam Belchior, atual presidente, para tratar da transição.

    No momento, Mirian Belchior ainda ocupa o gabinete da presidência e Occhi está fazendo apenas reuniões informais com outros vice-presidentes do banco.

    A Caixa informou que Miriam não foi procurada por Occhi até o momento e que em nenhum momento se recusou a recebê-lo.

    Na quinta-feira (12), o PT orientou que todos os filiados do partido que ocupem cargos de confiança no governo deixassem seus postos.

    Por hora, a principal preocupação dele é o discurso de posse, que deve acontecer na próxima semana. Esses executivos estão o ajudando a compreender os principais problemas do banco estatal.

    No primeiro trimestre de 2016, o lucro da Caixa encolheu 46% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 838 milhões. O balanço foi publicado na segunda-feira passada (9).

    O resultado foi influenciado, principalmente, pelo aumento da inadimplência e pela recuperação judicial da Sete Brasil, empresa criada para fornecer sondas para exploração do pré-sal.

    Occhi, que foi ministro das Cidades entre março de 2014 e janeiro de 2015, foi o indicado pelo PP para assumir o principal banco habitacional do país.

    Ele também será responsável por gerenciar os desembolsos para os programas sociais –cujos atrasos dos repasses do governo originaram o processo das pedaladas fiscais.

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