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    'Não é tradição na igreja dar calote', afirma bispo

    DO RIO

    25/08/2013 02h00

    Vice-presidente do comitê organizador da Jornada, dom Paulo Cezar Costa diz que a arquidiocese está negociando com os fornecedores do evento que ainda não receberam seus pagamentos.

    "Vamos honrar todos os nossos compromissos. Não é tradição na igreja dar calote em ninguém", disse.

    As palavras do bispo servem de alento ao empresário Deni Mateus dos Santos, sócio da Ledcom, empresa que instalou 30 telões de LED no campo em Guaratiba, zona oeste do Rio.

    Inicialmente, o local iria receber celebrações com presença do papa Francisco nos dias 27 e 28 de julho. Com a chuva, porém, o terreno virou lama e tudo foi transferido para Copacabana.

    "Obedeci rigorosamente o prazo do contrato assinado e instalei todos os equipamentos no dia 20 de julho. A minha parte eu fiz", disse Deni, que aguarda o pagamento de duas parcelas de R$ 748 mil.

    Responsável pela concepção do palco instalado em Guaratiba, o arquiteto João Uchôa é solidário às questões enfrentadas pela igreja.

    "Não vejo nada de grave em um atraso de um mês e meio no pagamento. É uma situação normal."

    Sócio da SRCOM, empresa responsável pela montagem do palco na praia de Copacabana, o cenógrafo Abel Gomes é mais um na lista de credores da arquidiocese.

    "Realmente o pagamento está atrasado, mas estou esperançoso que vou receber", disse Gomes, sem revelar quanto ainda tem a receber.

    A Folha pediu entrevista ao arcebispo do Rio e presidente do comitê organizador da Jornada, dom Orani Tempesta, mas não teve resposta até a conclusão desta edição.

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