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    Liceu de Artes e Ofícios restaura obras atingidas por incêndio

    11/03/2016 19h23

    Fundado em 1873, o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo -que já ocupou o atual prédio da Pinacoteca do Estado e foi dirigido pelo arquiteto Ramos de Azevedo (1851-1928)- tinha como intuito formar mão de obra para o desenvolvimento econômico e cultural de uma São Paulo inspirada em ideais urbanos europeus e financiada pela pujança cafeeira.

    Hoje considerados relíquias, os modelos de gesso eram armazenados no galpão do centro cultural do Liceu, que pegou fogo em fevereiro de 2014 em razão de um curto circuito.

    À época, o prédio estava com auto de vistoria do Corpo de Bombeiros vencido, e o fogo causou danos a algumas das figuras -são 35 no total, segundo levantamento recente.

    O trabalho de recuperação dessas peças teve início em agosto de 2015. A primeira a ser concluída foi a versão em gesso da "Pietá", de Michelangelo (exposta verdadeiramente em mármore na Basílica de São Pedro, no Vaticano), a um custo de R$ 20 mil.

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